Clodoado foi unanimidade entre os candidatos e os conselheiros, e acabou levando a vitória do programa. Devo falar que eu não gosto do tipo "amigão" que logo vai chegando e abraçando todo mundo, está sempre querendo agradar e vive pisando em ovos pra não deixar ninguém puto. Sinceramente, fico com um pé atrás com esse tipo perfil. Tenho os meus motivos, risos. Já o Henrique foi um gigante, teve que lutar cada vez mais contra tudo e contra todos pra chegar até a final, e como prêmio de consolação ganhou um carro. Pessoalmente, não gostei da final. Henrique foi um ótimo profissional durante todo o o programa e demonstrou muita determinação, força e muita competência nas tarefas e honestidade pra perder até na final. No fundo me sinto um pouco do Henrique, que muitas fez é vetado por insegurança das outras pessoas. Pessoas que não tem muito talento ou quase nenhum e que ficam fazendo esse tipo de bom moço para conquistar cargos e oportunidades. O que era pra ser a maior e melhor seleção de um canditado na TV brasileira, virou no final mais um programa tipo "novelinha", um BBB. Seguindo os moldes de um roteiro do bem contra o mal, do moçinho e do bandido. "Henrique, pra mim você foi o vencedor." Boa sorte e sucesso!
O que é possível fazer com os 2 Milhões de Reais do Aprendiz?
Você pode comprar 36 do novo Palio Weekend
Você pode comprar 110 000 Sorvete Tiramisu Häagen Dazs 473ml
Você pode comprar 1428 do celular n95 Nokia. Mesmo aparelho utilizado durante todo o programa.
Você pode fazer 16806 assinaturas da TV Sky
Ou comprar 11173 pares de tênis West Coast
Haroldo. Primeiramente, obrigado por ter gentilmente respondido a todos os comentários que fiz aqui no Agazona. Concordo plenamente com suas considerações. Infelizmente, o Justus, auxiliado pela produção, deu um tiro no próprio pé nessa versão do Aprendiz; agiu contra a imagem do programa. Henrique era, disparado, o candidato mais forte, porém não resistiu ao “tsunami” da mediocridade coletiva que se instalou. Medíocres não suportam conviver com pessoas que tem coragem para ousar, inovar e pagar o preço. E se aqueles são a maioria absoluta, que resta fazer? Resistir, para ser hostilizado e excluído, ou ceder, e conviver com um desconfortável peso na consciência? Pessoas como o Clodoaldo e o Hugo representam muito bem a mentalidade “neo-caipira” que está em voga atualmente. Alguns ingredientes da receita: ser inculto, falar errado, sorrir amarelo, mentir, mudar de opinião constantemente, cultuar banalidades, coisas efêmeras e aparências, não ter qualquer ideologia, hostilizar e ridicularizar pessoas que atuem fora desse ideário, entre outros. Lamento profundamente esse resultado. A você um abraço, sucesso, e parabéns pela coluna!
Alvaro, só posso agradecer as suas visitas e seus comentários. Foi muito bom trocar essa experiência com você. Sou novo no mundo dos “Blogs” e espero ter contribuído de alguma forma com os meus posts. Já sobre a “grande” final do Aprendiz, seria uma boa oportunidade para mostrar que esse tal “tsunami” não era forte e não derrubaria um candidato como o Henrique. Agora falando pessoalmente, vivo esse dilema constante e diariamente e ainda não consegui uma solução ou respostas. O importante é a gente tentar ao máximo filtrar essas coisas, não é fácil, mas é a única forma que podemos encontrar pra não ficar contaninado e seguir com nossas carreiras e buscar de alguma forma os nossos sonhos. Realmente não é tarefa fácil, neste sentido o Henrique acabou nos ajudando. Para você desejo sorte e sucesso também! E novamente muito obrigado pelos comentários.